O advogado é indispensável à administração da justiça, por força do que determina o art. 133, da Constituição Federal de 1988.

Não obstante, Tribunais de Ética da OAB têm aceitado a atuação do “robô-advogado”, desde que essa ferramenta não exerça atividades privativas do profissional.

Feita essa ressalva, é certo que ferramentas de Legal Analytics são mecanismos que podem facilitar muito o exercício de atividades rotineiras na advocacia.


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